segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

REFLEXÃO SÍNTESE


O processo de elaboração do Portfólio de Aprendizagem de 2008/02, formulou-se a partir das Interdisciplinas desenvolvidas neste semestre que me oportunizaram o estudo e a discussão em relação a elaboração das propostas curriculares,formulação e implementação dos PPP e Regimento Escolar,assim como a gestão democrática, baseadas na LDB.Constatei este semestre que além das análise críticas e sugestões em relações aos conteúdos das Interdisciplinas, em quase sua totalidade, aponta-se ainda a necessidade de uma política de atuação educacional mais explicita a toda sociedade.

domingo, 30 de novembro de 2008

Financiamento da Educação

Compreender os problemas e potencialidades do ensino público no Brasil envolve também compreender como se dá o processo de financiamento deste, pois, o financeiro interage com o pedagógico, contribuindo para tornar executáveis seus projetos e propostas que buscam a melhoria da qualidade do ensino. O financiamento da educação é definido por parâmetros legais, conforme estabelecido na Constituição Federal e LDB,que garanteo repasse de recursos para a educação pública. O desconhecimento dos mecanismos de financiamento, muitas vezes proporciona aos governantes a oportunidade de investir essses recursos em projetos ou atividades, que não se caracterizam atividades relacionadas a educação. Foi criado pelo Governo Federal, o FUNDEF (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério),mais um instrumento favorável em relação a educação que tem se apresentado como um significativo investimento de divulgaçãode uma política educacional enquanto promotora de igualdade social e um mecanismo revolucionário de efetiva promoção de justiça social. Entretanto, fala-se de igualdade e justiça social, elegendo-se um único nível de ensino como prioritário, o fundamental. Deve também ser lembrado que o FUNDEF é uma medida de natureza contábil, mas que traz inúmeras modificações no processo ensino-aprendizagem, ao passo que aloca recursos para o desenvolvimento de ações educacionais.

Gestão Democrática


Durante muito tempo, o nosso país vivenciou (e infelizmente ainda vivencia em muitos estados e municípios brasileiros), um governo democrático de "fachada", tendencioso, e, sobretudo, autoritário, em que a classe social dominante apresentava como um dos mais eficazes procedimentos administrativos, a limitação e a inibição das manifestações e participações populares em qualquer tipo de instituição mantida ou subsidiada pelo Estado. Nessas instituições, as pessoas não podiam expor suas idéias, tampouco lutar pelos seus direitos de cidadãos. Como resultado, a escola como instituição pública, que em nenhum momento esteve alheia a todo esse processo.Na busca de uma educação que possibilite ao sujeito superar os desafios do momento, aumentando a auto-estima e a confiança necessária para operar sobre a restrição do que lhe é negado, vários educadores procuram respostas que levem em consideração o problema a participação da comunidade, iniciando assim, a busca da inserção crítica do cidadão brasileiro no processo de "democratização da escola". Passado um longo período, com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) que garante, entre outros, a gestão democrática na escola, a educação brasileira conquista o direito de, efetivamente, refletir a necessidade e a importância da participação consciente dos diretores, pais, alunos, professores e funcionários com relação às decisões a serem tomadas no cotidiano escolar, na busca de um compromisso coletivo com resultados educacionais mais significativos. Esta educação cuja meta é valorizar o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária, agregada ao fato de fortalecer cada vez mais a democracia no processo pedagógico.A conciliação entre escola e comunidade, vem se expressando com maior força na política educacional.Na gestão democrática, as "queixas-lamentos" dos professores, coordenadores e diretores, ou seja, as reclamações de determinadas situações que procuram sempre um responsável para o problema, sem tomar nenhuma atitude efetiva, são substituídas cada vez mais, pela compreensão dos problemas abordados e as buscas de soluções possíveis, procurando priorizar o que de melhor poderão oferecer para o desenvolvimento harmonioso dos próprios educandos. É preciso acabar com o circulo de lamentações, mas isso não ocorre a partir da negação dos problemas, faz-se necessário que as reclamações sejam trabalhadas, consideradas e refletidas (isso não significa, necessariamente, que todos os problemas serão resolvidos). O mais importante é o processo de busca de soluções, em que o professor transforme essas "queixas-lamentos" em juízo crítico, abrindo e valorizando o espaço para a elaboração das questões necessárias à (re)construção do conhecimento, da aprendizagem.Sendo assim uma Gestão Democrática visa justamente em cada um dos integrantes sentir-se responsável em transformar a educação. Se realmente desejamos formar crianças que no futuro sejam indivíduos autônomos, criativos, críticos e participativos, precisamos hoje, trabalhar a autonomia do próprio professor, levando-o a estabelecer relações democráticas em sala de aula, excluindo o autoritarismo com seus alunos, pois como nos mostram várias pesquisas, só podemos auxiliar as crianças a tornarem-se autônomas e com caráter democrático, por meio de atitudes (posturas) das pessoas com as quais elas convivem. No entanto, para que consigamos alcançar tais objetivos, é necessário que desde pequenas, as crianças aprendam a externar suas idéias e pontos de vista, e como bem sabemos; ninguém dá o que não possui. Se queremos formar cidadãos autônomos, participativos e independentes, também precisamos sê-los. Lamentar é fácil, o difícil é perceber o quanto também somos responsáveis pelos problemas que enfrentamos em nossas escolas. A luta por uma escola cada vez mais democrática, com a participação de toda a comunidade escolar,deve ser exatamente, o compromisso assumido por todos os profissionais da educação.Assim a educação torna-se a mais participativa, sendo uma das formas de auxiliá-los a promover relações humanas, mais cooperativas e solidárias e verdadeiramente democrática em nossas escolas. Esse é o nosso desafio!

sábado, 22 de novembro de 2008

DEPRESSÃO


O comportamento humano apresenta alto grau de complexidade, sendo assim é importante que se consiga atingir através de um profissional da área da saúde, mais especificamente um psiquiatra, informações através de entrevistas para o diagnóstico de determinadas patologias, para que o mesmo após o conhecimento possa oferecer uma dinâmica para uma melhor intervenção e planejamento terapêuticos.A boa noticia é que a maioria dos transtornos mentais tem tratamento,contudo cabe aos formuladores de políticas de saúde criar em nosso país as condições para que a prática psquiátrica seja melhor,livre de ideologias, preocupadas com o bem estar das pessoas portadoras de algum transtorno assim como dar assistência a suas famílias.Existem atualmente uma série de alternativas para auxiliar no tratamento das pessoas com transtornos mentais, que vão desde tratamentos farmacológicos,novas técnicas psicoterápicas e até progressos nas áreas da genética molecular.

domingo, 26 de outubro de 2008

AS CRIANÇAS E A DEPRESSÃO

Depressão atinge cerca de 5% das crianças em fase escolar,estudos mostram que a freqüência da associação de déficit de atenção e depressão infantil é de 14%. (Nota retirada de uma publicação médica).
A depressão, um transtorno que muita gente acha que só atinge jovens e adultos, pode acarretar diversos problemas no aprendizado da criança e influenciar no seu desenvolvimento e comportamento durante a adolescência e a fase adulta. Além disso, muitas vezes está associada Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Desde bem cedo a depressão pode se manifestar na infância, até mesmo em crianças pré-escolares, com menos de seis anos de idade. “Para atenção dos pais, a depressão na infância ocorre na mesma freqüência em ambos os sexos, mas a partir da adolescência até a vida adulta ela é mais freqüente no sexo feminino”.
O diagnóstico da depressão é mais difícil nas crianças, pois os sintomas podem ser confundidos com birra ou falta de educação, mau humor e agressividade. Mesmo assim, alguns comportamentos ajudam a indicar que uma criança possa estar deprimida. Os principais sintomas são: tristeza, negativismo, irritabilidade, falta de iniciativa e perda do interesse por coisas que anteriormente essa criança ou adolescente gostava. Muitas vezes também pode-se associar sintomas fisicos. As repercussões na escola são prontamente observadas , a criança fica mais lenta e desatenta, cai o desempenho e surgem conflitos em decorrência de mudanças bruscas do humor (como explosões de raiva) ou tendência ao isolamento social. Outra manifestação bastante freqüente é o sentimento de menos valia, de baixa auto-estima, podendo levar até mesmo a provocar comportamentos de risco (sexo, drogas e direção perigosa de automóveis) e até atos suicidas, por isso cabe aos pais e profesores ao observarem tais sintomas, buscarem orientação profissional para superarem o medo e os preconceitos a cerca deste problema. Embora não exista uma receita para evitar quadros depressivos e os aspectos genéticos ainda não possam ser modificados no sentido de prevenir a depressão,pode-se destacar alguns cuidados na educação dos filhos que são bastante úteis nesse sentido: a) Eduque seus filhos para defrontar-se com situações impactantes e frustantes ocorridos durante a vida, buscando resolve-los com certo equilibrio.b) Eduque seus filhos para a autonomia com um forte senso de identidade e auto-estima positiva. Procure desenvolver nele independência e capacidade de autocontrole. c) Eduque seus filhos para que sejam socialmente flexíveis, sensíveis, atenciosos e com habilidade para demonstrar suas emoções e bom humor. d) Eduque seus filhos para que tenham competência para resolver problemas. Para isso precisam saber pensar de forma crítica, elaborar alternativas buscando soluções para suas necessidades, bem como buscar ajuda quando não conseguem encontrar uma solução. e) Procure intensamente a harmonia e o otimismo no ambiente familiar, isso irá colaborar muito com os aspectos relacionados acima. f) Procure estar sempre bastante envolvido com os seus filhos, só assim poderá ter empatia com ele, e poder entender seus desafios, incertezas, pensamentos e comportamentos que levam as crianças a depressão.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

A CRIANÇA EA EDUCAÇÃO


Percebemos que atualmente um grande número de pais tem procurado consultórios de psicologia ou livros que discorrem sobre a educação dos filhos.Esta prática tem se tornado bastante expressivo. Além disso, não é raro encontrar professores queixando-se do comportamento de seus alunos e da dificuldade de conseguir a atenção deles. Os saudosistas costumam dizer que bons eram os tempos antigos, pois o professor era valorizado e respeitado. Parece que, de repente, sem que ninguém percebesse o momento do acontecimento, educar ficou bem mais difícil tanto para pais quanto para professores.
A questão é que mudanças ocorreram no contexto de desenvolvimento das crianças e não aconteceram de uma hora para outra. Assim, o interesse das crianças foi se diferenciando juntamente com a mudança social geral. Pode-se dizer que essas mudanças englobam as facilidades proporcionadas pelo computador e principalmente pela Internet, o acesso constante à televisão, a revolução dos jogos eletrônicos, além das necessidades econômicas que obrigam os pais a trabalhar fora, diminuindo o tempo de atenção aos filhos. Apesar disso, o paradigma de educação de pais e professores permaneceu o mesmo, evidenciando um descompasso entre educador e educado.

Entende-se que é preciso que um novo modelo de educação seja criado de modo que atinja os jovens de pensamento acelerado e ansiedade exagerada. É notório que o antigo modelo não funciona mais, visto que a velocidade de pensamento dos jovens de hoje é bem maior que dos de ontem. É preciso que pais e educadores sejam criativos e inovadores, lançando novas propostas de educação compatíveis com o novo contexto desenvolvimentista

domingo, 5 de outubro de 2008

O que é ser adulto ?

Entende-se por adulto uma pessoa independente da idade cronológica com responsabilidades diversas.Um adulto deve ter bom senso, não agir por impulso de acordo com sua vontade e sim para um bem comum, agir de acordo com as leis, é uma pessoa que ao longo das experiências de vivência diária procura tornar-se independente das influências externas.
Considero com principais características do adulto sua personalidade, tanto na vida profissional quanto na familiar. Uma pessoa se torna adulta a partir do momento em que seus valores mudam, passa a dar importância a outras coisas, sentimentos diferentes, passa a fazer, de fato, parte da sociedade.
Na vida adulta temos que tomar decisões, e nem sempre essas decisões são fáceis de serem tomadas,muitos adultos não se dão o direito de errar, pois a sociedade nos cobra, sem contar que as decisões de um adulto, em sua maioria, envolve outras pessoas.Os desafios são infinitos , tanto sociais como pessoais e profissionais, além de ter que trabalhar para se manter, ter horários a cumprir, contas a pagar, etc, não podemos deixar de mencionar que como adultos temos alguns objetivos a serem alcançados que não devem ser descuidados..
Um adulto aprende a ser adulto vivendo, errando, acertando em seus atos, observando o próximo, adquirindo e revendo conceitos.Enfim, ser adulto é complexo.